A história registra que gregos e troianos travaram uma longa guerra movida pela honra. Em meio a esse conflito, surgiu o famoso cavalo de madeira, entregue como presente, mas recheado de soldados — dando origem à expressão “presente de grego”.
Pois bem… na Princesa do Sertão, esse tipo de “presente” parece estar sendo servido — e degustado — de forma amarga e indigesta por muitos.
Os chamados “cavalos” chegam sem pedir licença, avançando silenciosamente em busca do que o eleitor tem de mais valioso: sua confiança e seu voto.
Cada um traz o seu próprio “cavalo de pau”, recheado de promessas, agrados e artimanhas. Não importa a hora — dia ou noite —, os encontros acontecem. Muitos deles em restaurantes tradicionais, bodegas e delicatessens da cidade, sempre em ambientes estrategicamente escolhidos.
Uma Feira de Santana bem diferente daquela construída por lideranças como Chico Pinto, João Durval, Colbert Martins, José Falcão e José Ronaldo — nomes que faziam política olho no olho, debaixo de árvores, nas rezas, nas ladainhas e nas conversas simples nas casas de Marias, Augustas e Pedros. Sem “mochilas”, sem pontos marcados, sem encenação.
Voltando aos “cavalos” — ou melhor, aos estrategistas de ocasião —, são tantos que fica difícil enumerar todos. Ainda assim, alguns já circulam com desenvoltura, marcando presença e avançando no terreno eleitoral:
Roberta Roma
Silva Neto
João de Furão
Robson Almeida
Pitágoras
Sandro Régis
Rowenna Brito
Lucas Reis
Jordávio Ramos
Thiago Gilenio
Cacau da Mata
Capitão Alden
Dau Barreto
Deyvid Bacelar
Adolfo Viana
Elmar Nascimento
A movimentação é intensa — e o famigerado cavalo troiano está aí pronto para quem quiser abrir a porteira, lógico ter o que oferecer
Seguindo o ditado soberano
Cada um dá o que tem

