Eles estão por toda parte. Em cada esquina, em cada prateleira, em cada espaço — basta dar abertura, que eles entram. E quando entram… ocupam.
Sabem de tudo. Ou, pelo menos, vendem essa ideia com convicção suficiente para convencer plateias inteiras. Falam de política como quem domina o jogo — e não é raro ver até padre e pastor parando para ouvir. No fim das contas, há quem escute… e há quem, mais cedo ou mais tarde, paga por não ter escutado.
Em meio ao clima de pré-campanha, não se trata de dar conselhos — mas o aviso está dado: ignorar os alquimistas pode sair caro. Muito caro.
Pré-candidatos
Zé Chico
Zé Neto
Jurandy
Silvio Dias
Pedro Américo
Ângelo Almeida
Colbert Filho
Ewerton Carneiro (Tom)
Binho Galinha
Dayane Pimentel
Lulinha
Beldes
Patriota
Irmão Niel
Éd Carlos
Tina da Feira
Perfil de um alquimista
Na história, eram estudiosos, filósofos e “cientistas” que prometiam o impossível: transformar metal em ouro, criar a pedra filosofal, vencer o tempo. Não por acaso, viviam próximos ao poder — aconselhando reis, influenciando decisões, vendendo soluções.
Hoje, mudaram os nomes, mas não os métodos. Os alquimistas contemporâneos são os estrategistas políticos — especialistas em transformar números em votos, boatos em narrativa, fragilidades em força e derrotas em versões “aceitáveis”.
Alguns acertam. Outros… apenas parecem acertar.
Exemplos de alquimistas em Feira de Santana
Humberto Cedraz
Jair Onofre
Gilvan Van (TV Povão)
Kafuringa da Matinha
Cloves Pedreira
Irmão Niel
Carlinhos Mocotó
Eles circulam nos bastidores, opinam, direcionam, ajustam discursos, constroem e desconstruem cenários. Uns discretos. Outros nem tanto. Mas todos com algo em comum: sempre têm uma fórmula pronta — especialmente quando o jogo já começou.
E como em toda boa alquimia, permanece a dúvida que a política insiste em não responder:
quem realmente transforma…
e quem só vende ouro que, no fim, era barro pintado.

