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Dinheiro: como ele influencia a sua relação?
 
 

A questão financeira é a principal causadora de conflitos nos relacionamentos. Terapeutas e especialistas concordam que as atitudes com relação ao dinheiro normalmente refletem o estado geral de uma relação afetiva. Sem dúvida, parece mais fácil falar de sexo do que abordar os aspectos financeiros. A simples abertura de uma conta conjunta ou a divisão das despesas pode causar ansiedade, principalmente se o casal, ou um dos parceiros, vem de uma família que também tinha dificuldades para lidar com o papel do dinheiro na relação a dois ou com os filhos.

Medos, valores e objetivos em longo prazo podem ser compreendidos a partir do momento que se analisa a origem familiar. Os pais eram cautelosos ou satisfaziam a vontade dos filhos? Preocupavam-se com o futuro ou simplesmente aproveitavam os momentos? As limitações financeiras na infância causam, na maioria das vezes, decepções que serão refletidas na idade adulta, em forma de estresse, de uma inadequação, de um sentimento de escassez e da necessidade de controle constante do dinheiro. Nesses casos, gastar com alguma coisa parece doer verdadeiramente no bolso, como se nunca houvesse saldo suficiente para cobrir as despesas ou como se fosse fazer falta no dia seguinte. As experiências do passado irão determinar como nos relacionamos com o dinheiro, influindo, inclusive, a respeito da confiança em nossa própria capacidade de conquistá-lo. Somos suficientemente bons a ponto de ter recursos e poder realizar os sonhos que tanto desejamos? A sua relação com o dinheiro pode demonstrar o que você pensa sobre si mesmo. Se você é uma pessoa autoconfiante, capaz de correr riscos, provavelmente se considera apto a enfrentar os desafios da vida.

São tantas as complexidades em torno do tema que não é de se admirar que as finanças sejam uma das principais fontes de conflito entre os casais, especialmente quando os conceitos relativos ao trato com o dinheiro estejam em desacordo. Um dos parceiros tem receio das perdas financeiras e economiza em tudo. O outro, ao contrário, querendo parecer bem-sucedido, gasta sem pensar para manter as aparências. Muitas vezes, as visões opostas são até um fator de atração entre um casal. Aquele que não se preocupa em poupar parece ser atraente por conseguir aproveitar a vida, enquanto aquele que economiza transmite segurança. São fatores que acabam por unir um casal, mas, depois de algum tempo, podem também se tornar fonte de discórdia.

É bom e necessário falar sobre dinheiro, e absolutamente normal discordar sobre o seu uso. O alinhamento das expectativas financeiras e dos projetos em longo prazo é um processo árduo, mas vital para o sucesso de um relacionamento. É imprescindível ter sincronia nos objetivos e maturidade para reconhecer que o dinheiro tem muita influência no compromisso assumido com o parceiro. Abordar as questões financeiras com clareza, transparência e flexibilidade determinará a realização dos projetos do casal. Honestidade e empatia também contam na hora de buscar metas comuns e definir o nível de comprometimento esperado de cada um!

Sobre Jennifer Lobo: filha de empresários brasileiros, nascida nos EUA, graduada pela Auburn University, Alabama, com especialização em Comunicação e mestrado em Relações Públicas. Certificada pelo Matchmaking Institute, empreendedora, é fundadora e CEO da plataforma de relacionamentos MeuPatrocinio.comParceira de Anna Bey na implementação da Escola da Elite no Brasil. Autora do livro “Como Con$eguir um Homem Rico”, escrito em conjunto com Regina Vaz, terapeuta de casais.   

 
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